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A salvação vem dos judeus

Cristãos e Judeus - Unificação - Ciência Eterna
Published by em Meu Povo · 9 Abril 2018
Não são poucas as discrepâncias relativas ao que os judeus pensam dos cristãos e os cristãos dos judeus. Quando não se está envolvido pelo espírito dessas religiões, tem-se a impressão de que ambas não servem ao mesmo Deus. A implicância mútua n-ão é coisa recente. Remonta ao princípio da história, quando os judeus, mais precisamente um grupo deles, negou que Jesus seria o Messias, segundo as Escrituras, e contribuíram para sua crucificação.

As Escrituras hebraicas são os livros que os cristãos chamam de Velho Testamento, pois, consideram que o Novo seria uma atualização a substituir o que já estaria ultrapassado. Obviamente, não tendo aceitado Jesus, como o Messias, os judeus desconsideram sua preciosa doutrina, assim como ignoram o ministério dos Apóstolos. A história produziu a igreja católica, dona de uma particular imagem do Cristo crucificado, transformado no próprio Deus.

Igrejas protestantes e evangélicas vieram a seu tempo e deram continuidade à confusão estabelecida com a figura do Pai e do Filho. Os judeus parecem ter se insurgido contra esse Jesus católico. Jesus não poderia ser o Messias, pois, sendo homem, teria feito a si mesmo Deus. Os cristãos teriam dividido o Eterno em três pessoas, etc. As discussões são infindas e os esforços de ambos os lados, judeus e cristãos, não passam da tentativa de um convencer o outro de sua suposta certeza.

Deus não é espírito de confusão, nem de contradição. Uma vez que nem um, nem outro consegue chegar a denominador comum, conclui-se que ambos estão limitados pelo horizonte religioso das crenças. A verdade de Deus, onde estaria? Deus é a verdade, e está sempre à disposição daqueles que O buscam. Por isso, é preciso nascer um novo pensamento em torno das Escrituras Sagradas, descaracterizado do aspecto religioso, em que se obedece porque está escrito e não porque se compreende. A fé cega não tem mais lugar neste tempo.

Em face do crescimento da apostasia (corrupção dos valores morais), as religiões estão morrendo. As multidões não se interessam por Deus ou vão às igrejas atendendo os anseios do ventre, diria Paulo. Quem puder ouvir, que ouça. Quem pude ver, que veja. Os tempos são chegados e todos serão provados. As Escrituras afirmam que os judeus são o Povo que o Eterno escolheu para governo e luz do mundo. Esta assertiva se encontra em passagens proféticas que tratam da unificação de Israel, e do futuro reino do Messias, a ser estabelecido no mundo pela vontade Divina. Os judeus estarão à frente desse novo mundo. Tudo indica que o planeta vai continuar sua história, mesmo depois do Apocalipse.

A história messiânica, narrada nas Escrituras hebraicas, tem começo, meio e fim. Infelizmente é ignorada pelos cristãos, que creem em um fim do mundo à própria moda, onde, segundo dizem, subirão para os céus em glória, enquanto o planeta arderá nas chamas apocalípticas. A doutrina da destruição do mundo pelo fogo não passa de fantasia, contrariada pelos profetas e o próprio Cristo, mas quem se importa? O Eterno Deus de Israel teria modificado seus planos, em face dos equívocos cometidos pelos homens? A resposta é simples: Se Deus é Deus, nada do que faz pode ter um mínimo erro. De outro modo, poderia ser destituído da condição do Deus que está acima dos deuses. Sendo assim, o que deve ter ocorrido, diante dessa situação ambígua, onde de um lado, judeus evocam a primazia do futuro e, do outro, cristãos fazem coisa parecida, subindo aos céus em glória? Estariam ambos errados? Um deles, estaria certo? Parece que há enganos de ambas as partes.

Uma coisa, porém, não se pode negar: a salvação vem dos judeus. É palavra do apóstolo João, no seu evangelho (4.22). Alguns veem na passagem apenas a figura de Jesus. Se fosse verdade, seria uma dádiva aos antissemitas. Quem sabe, os judeus não receberiam justa condenação aos infernos, por terem sido os responsáveis pela morte do Senhor? Estaria tudo certo, não fossem as Escrituras. O reino messiânico é uma realidade inquestionável, a não ser que se desconsidere os profetas, por cujas bocas, falou o Espírito Eterno. E tem mais: à frente desse reino, que não passará, estará a descendência de Davi, portanto, almas verdadeiramente judias. E os cristãos? Tudo leva a crer que são as almas perdidas da Casa de Israel. Se isso for verdade, serão enxertados na árvore de boa qualidade (os judeus). Profecias que tratam da unificação das casas de Israel, podem ser interpretadas nesse sentido.

Os cristãos seguem adorando imagens, dinheiro, sucesso e pentecostalismo, uma febre de manifestação de espíritos de toda ordem, que parece não ter fim. Tudo vai bem para judeus e cristãos, até que o céu desabe sobre suas cabeças. Pelo teor das profecias, virá guerra sobre judeus e perseguição em cima de cristãos. Quando o diabo rugir para perseguir a igreja evangélica, tomara que subam voando aos céus, no tal arrebatamento. Se não acontecer, vai ser um desespero sem fim. Judeus precisam entender que existe outro Jesus, que não aquele Jesus Deus da igreja. Que a trindade não é um bicho de sete cabeças, a não ser a trindade católica. O verdadeiro conceito da trindade tem origem no pensametno grego e existe bem antes de Jesus ter nascido. A trindade não divide o Eterno em três pessoas, mas fala apenas da maneira como o Pai criou e governa o Universo.

Os judeus devem se organizar, pois, no quesito perseguição, o diabo vai bater nas portas de Jerusalém, como foi na antiga Babilônia. O país vai ser atacado pelos velhos inimigos. O conhecimento adquirido por Israel, no tocante á ciência, deve ser preservado, pois orientará a reconstrução da humanidade futura, a produção de alimentos, a vida campestre, etc. Cristãos vão lavar as suas roupas no sangue do Cordeiro, pois é o que dizem as profecias. Sendo assim, não serão arrebatados, mas envolvidos em grande sofrimento. Devem se lembrar das palavras de Paulo, que os chamou de “zambujeiros”, oliveira-brava. O apóstolo falava com a igreja gentílica, os cristãos de todos os tempos. Portanto, não podem se julgar salvos e na glória. Os Escritos Sagrados ensinam outras atitudes e apontam em outra direção. Jesus disse que as Escrituras não podem ser anuladas. Querem saber quem é quem, nessa confusão? Leia Romanos, capítulo 11 e entendam o que aconteceu e o que vai acontecer. A salvação vem dos judeus. Amém!



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