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O caminho santo

Cristãos e Judeus - Unificação - Ciência Eterna
Publicado por em Meu Povo ·
A história do povo hebreu, descrita nos Escritos Sagrados, tem uma característica peculiar que não escapa à observação: há sempre um novo começo e há sempre uma esperança em algo que está por vir. E nessa rica trajetória há sempre a espera pela preciosa libertação. Para alguns, do jugo do poder terreno, mas para outros, libertação da escravidão das trevas para a maravilhosa Luz de Deus. Há também nas Escrituras a notícia de uma estrada, um caminho santo que seria novo, pois o descrente não passaria por ele: “E ali haverá uma estrada, um caminho, que se chamará o caminho santo”.

Segundo as profecias, este caminho seria construído pelo Messias, o Filho do Altíssimo, o Cristo de Deus e trilharia por ele cegos, surdos, coxos, paralíticos, meretrizes e tantas anomalias morais e espirituais quantas são as possíveis no universo da natureza humana. Mas, com uma diferença substancial: cegos que teriam os olhos abertos, surdos que ouviriam, coxos e paralíticos que seriam curados de suas incapacidades, prostitutas que seriam libertas da escravidão, enfim, doentes de toda ordem que encontrariam no Messias o remédio para sanar as suas enfermidades.

Há que se compreender com mais profundidade os acontecimentos relatados, pois no universo de doutrinas que alimentam as igrejas judaico-cristãs parece estranho que esse povo pecador possa fazer parte da família de Abraão. Não são poucas as instruções de denominações religiosas que excluem quase todas essas pessoas do convívio de suas congregações. Porém, os Escritos Sagrados, desde o princípio, apontam em direção oposta. O livro de Josué conta a história de Raabe, a prostituta que ajudou os espias hebreus em Jericó: “Assim deu Josué vida à prostituta Raabe e à família de seu pai, e a tudo quanto tinha; e habitou no meio de Israel até o dia de hoje”. Como se não bastasse, Raabe foi incluída na linhagem familiar de Jesus Cristo, o Senhor. Encontrou o caminho santo e nunca mais se desviou dele. E que caminho é esse? Aonde encontrá-lo? Nas igrejas cristãs? Entre judeus? Em religiões? Em doutrinas? Em obras? A resposta a essa questão não poderia estar em outro lugar a não ser nas Sagradas Escrituras. Toda a Palavra de Deus aponta para esse Caminho, como parte do propósito do Criador para um povo que o Senhor vem pastoreando há muito tempo. Jesus Cristo escandalizava os religiosos do seu tempo por conviver e atender os pecadores que O buscavam. Foi assim há dois mil anos e nada mudou até os dias de hoje.

As igrejas estão cheias de almas que se apoiam em suas justiças e não dão ouvidos ao chamado de Deus para converterem-se de suas más obras. Falam em nome de Deus, mas não conhecem a estrada santa e trilham os seus próprios caminhos. Entretanto, pelas misericórdias do Altíssimo, mais uma vez o Povo é chamado para recomeçar a caminhada, como um novo ponto de partida. Desta vez compreendendo que deverão se reunir em torno do Cristo de Deus e não em torno de doutrinas ou igrejas.
O povo está sendo lembrado novamente das promessas feitas a Abraão e sendo esclarecido sobre sua trajetória: chamado, desobediência, rejeição, dispersão, restauração e destino glorioso. Está sendo convocado para trilhar definitivamente o Caminho Santo, sob o patrocínio do Cristo. Não mais igrejas, não mais doutrinas, não mais religiões, mas algo que está acima de todas essas coisas. O Senhor foi muito claro quando afirmou que Ele era Senhor do templo e do sábado, ou seja, está acima de doutrinas e religiões. Este santo caminho construído por este Filho de Davi, reunirá toda a Casa de Israel, tornando-se uma só vara em sua mão. Amém!

“E os resgatados do Senhor voltarão; e virão a Sião com júbilo, e alegria eterna haverá sobre suas cabeças; gozo e alegria alcançarão, e deles fugirá a tristeza e o gemido” (Isaías 35.10).

Referências bíblicas: Isaías 35; Ezequiel 37.15-15; Josué 6.25; Marcos 2.27-28



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