Morte - Cristãos e Judeus - Unificação - Ciência Eterna

Unificação da Casa de Israel
(Ezequiel 37.21)
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Morte

PRINCÍPIOS
MORTE
A expressão “morte”, encontrada em diversas passagens das Escrituras Sagradas, nem sempre tem o mesmo significado. No sentido comum, ela indica a morte corporal, com a falência dos órgãos físicos, motivada por um fator material, fazendo cessar a vida orgânica. Noutro sentido, a palavra “morte” é utilizada para falar a respeito da morte da alma diante do pecado. Como isso se dá? A alma, depois que é gerada pelo Eterno Deus, transita por longos períodos existenciais na região visível da Criação, vivendo em situação de morte, sem o saber. Como ainda não tem a consciência de que Deus deseja resgatá-la para uma vida no reino da Luz, vive uma experiência de trevas, dominada por seus instintos. É a fase ancestral e semicivilizada da humanidade. A morte espiritual é condição inerente aos primeiros tempos existenciais da alma, quando, apesar de movida pela lei da progressividade, ainda não chegou à luz do Eterno.

Através das vidas sucessivas, animando personagens diversos, a alma inevitavelmente chegará ao reino da Luz. Antes, porém, conhecerá a Lei de Deus, para que sua consciência possa reconhecer que, até então, estava morta em seus pecados. Daí a expressão “é dado ao homem morrer somente uma vez, vindo depois disso o juízo”, observada na carta aos Hebreus 9.27. A partir desse encontro com a Luz Divina, a alma nunca mais morrerá, no sentido dessa morte espiritual, embora passe em todas as suas vidas, pela morte física, que é um fenômeno natural, inerente ao mundo visível.

Jesus é o Messias. Veio ao mundo para salvar as almas denominadas “ovelhas perdidas da Casa de Israel”. Ao mesmo tempo, pelo sacrifício na cruz, tornou-se o Cordeiro que tiraria, definitivamente, a morte do mundo. A salvação pela via da fé, é a única possibilidade de a alma deixar a morte espiritual, para adentrar à luz do Eterno. A saída da morte (espiritual) para a vida (eterna) ocorre pela justificação da fé. Entre os judeus, o alvo é Adonai e entre os cristãos, o Cristo. O mesmo Senhor, porém é o Eterno Deus, quem justifica ambos.

Frequentemente teólogos e pastores fazem confusão entre as duas maneiras de se entender a palavra “morte”. O Povo Escolhido por Deus para dar vida ao mundo não deve temer a morte do corpo, e sim o pecado que gera a morte da alma. A morte física é um fenômeno natural, comum a todo vivente, e não deve ser temida pelos filhos do Altíssimo. Todos devemos nos lembrar das palavras do Cristo: “Quem guardar minhas palavras, nunca verá a morte”.

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